Florianópolis tem uma contradição que quem atua no mercado da ilha conhece bem: é um dos lugares mais belos para se viver, mas a pressão de entregar resultados e se manter relevante no ecossistema de inovação é real — e muitas vezes invisível para quem está de fora. O polo tecnológico, o turismo e o mercado imobiliário trouxeram para Floripa um perfil profissional de alta performance que trabalha duro — muitas vezes com a ilusão de que a beleza da cidade compensa o desgaste extremo. Mas o burnout não distingue cargos: ele afeta quem sustenta a engrenagem da capital.
Uma das marcas do burnout em ambientes aparentemente privilegiados é a culpa que vem junto: ‘Como posso estar esgotado morando aqui?’. Esse pensamento atrasa o reconhecimento do problema. Os sinais que profissionais de alta performance em Floripa relatam com frequência:
A sensação de que mesmo o fim de semana na praia não recarrega mais as energias;
A dificuldade de estar presente nos momentos de lazer — a cabeça sempre nas entregas;
O isolamento de quem atua sob pressão em uma cidade onde todo mundo parece estar bem;
A pressão de crescer no ritmo do ecossistema tech, comparando-se constantemente com a próxima meta;
A exaustão de manter a performance e a imagem de quem ‘vive bem’ ao mesmo tempo.
O ambiente não cura o burnout — mas o tratamento certo, sim
O atendimento é online — o que combina perfeitamente com o estilo de vida de Florianópolis, onde muitos profissionais já trabalham de forma remota ou híbrida. A eficácia terapêutica é a mesma de um consultório presencial.
Sim, e com frequência alta. O ambiente de startups combina alta pressão por crescimento, incerteza constante, jornadas sem limite e uma cultura que, muitas vezes, romantiza o excesso de trabalho. São condições ideais para o desenvolvimento do burnout — afetando profissionais de alta performance em todos os níveis da operação
Sim. Letícia oferece horários com flexibilidade para encaixar em rotinas não convencionais. O agendamento é feito de forma simples, por WhatsApp ou pelo site.
Enquanto outras abordagens focam na gestão dos sintomas, a psicanálise investiga as causas estruturais do sofrimento. Para o burnout, isso significa trabalhar não só o esgotamento presente, mas os padrões que levaram até aqui — e que, sem tratamento, tendem a se repetir.
O atendimento com Letícia Goudard começa por uma conversa. Simples assim.
Atendimento online para profissionais de Florianópolis e todo o Brasil